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Mário Sérgio Cortella

GRADUADO (Licenciatura Plena) em FILOSOFIA.
MESTRE EM EDUCAÇÃO pela PUC/SP  sob a orientação do Prof. Dr. MOACIR GADOTTI
DOUTOR EM EDUCAÇÃO pela PUC/SP  sob a orientação do Prof. Dr. PAULO FREIRE.
 
PROFESSOR-TITULAR da PUC-SP, na qual atuou por 35 anos (1977/2012)
               * Docência e Pesquisa na Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Educação: Currículo (1997-2012)
               * Docência e Pesquisa no Departamento de Teologia e Ciências da Religião (1977-2007)
PROFESSOR-CONVIDADO da FUNDAÇÃO DOM CABRAL (desde 1997)
 
COMENTARISTA da Rádio CBN no Academia CBN (rede nacional, no Jornal da CBN-1ª. Edição, de segunda a sexta-feira) e no Escola da Vida  (no CBN-SP, às terças e quintas-feiras), desde maio/2012
 
PROFESSOR-CONVIDADO do Gvpec da FVG/EAESP (1998-2010)
MEMBRO DO CONSELHO TÉCNICO CIENTÍFICO EDUCAÇÃO BÁSICA DA CAPES/MEC (2008/2011)
 
AUTOR, entre outras obras, de Descartes, a paixão pela razão, São Paulo, FTD, 1989; A situação atual da Educação no Brasil, Estocolmo, Universidade de Estocolmo, 1990 (port/ingl); A Escola e o Conhecimento (fundamentos epistemológicos e políticos), 14 ed (+ reimpressões)), São Paulo: Cortez, 2013. Nos Labirintos da Moral (com Yves de La Taille), 10 ed, Campinas: Papirus: 2012,  Não Espere pelo Epitáfio (Provocações Filosóficas). 14 ed, Petrópolis: Vozes, 2013;  Não Nascemos Prontos! (Provocações Filosóficas). 15 ed, Petrópolis: Vozes, 2013, Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto. 5 ed (+ reimpressão),  Campinas: Papirus, 2012, O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei. 4 ed (+ reimpressões) São Paulo: Cortez, 2013,  ; Filosofia e Ensino Médio: certas razões, alguns senões, uma proposta. Petrópolis: Vozes, 2009; O que a Vida Me Ensinou: Viver em Paz para Morrer em Paz!. 6 ed, São Paulo: Saraiva/Versar, 2013;  Liderança em Foco (com Eugênio Mussak), 7 ed, Campinas: Papirus, 2011, Política: Para Não Ser Idiota (com Renato Janine Ribeiro), 9 ed (+ reimpressões), Campinas: Papirus, 2013, Vida e Carreira: um equilíbrio possível? (com Pedro Mandelli), 1 ed (+ reimpressões), Campinas: Papirus, 2013, Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio. São Paulo: PoliSaber, 2011;  Escola e Preconceito (Docência, Discência e Decência), com Janete Leão Ferraz, São Paulo: Ática, 2012; Não Se Desespere! (Provocações Filosóficas). 4 ed, Petrópolis: Vozes, 2013; Pensar Bem Nos Faz Bem! (Filosoifa, Religião, Ciência, Educação). Petrópolis/São Paulo: Vozes/Ferraz & Cortella, 2013; Vivemos Mais! Vivemos Bem? (com Terezinha Rios). Campinas: Papirus, 2013; Pensar Bem Nos Faz Bem! (Família, Carreira, Convivência, Ética). Petrópolis/São Paulo: Vozes/Ferraz & Cortella, 2013e Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética. 20 ed, Petrópolis: Vozes, 2013.
 
ASSESSOR ESPECIAL da Secretaria Municipal de Educação de  São Paulo (1989) e CHEFE DE GABINETE do Prof. PAULO FREIRE na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (1990).
 
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO de São Paulo (1991/1992)
 
PROFESSOR "HONORIS CAUSA" da Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo (FACESP).
MEMBRO CONSELHEIRO do Conselho de Curadores da FUNDAÇÃO PADRE ANCHIETA (Rádio e Televisão Cultura) (1991/1992).
MEMBRO DO COMITÊ DE DIREITOS HUMANOS/PUC-SP no Consórcio DH  USP/PUC/COLUMBIA UNIVERSITY (2000-2004)
MEMBRO-FUNDADOR e da ASSEMBLÉIA GERAL do Instituto de Políticas Públicas Florestan Fernandes (1999/2008)
 
COMENTARISTA  no telejornal RECORD EM NOTÍCIAS da TV Record de São Paulo    (semanalmente, 1992-1994).
MEDIADOR e ENTREVISTADOR do programa 3º Milênio, transmissão nacional de 30 minutos (Rede Vida de Televisão, de abril/97 a maio/98 e Rede Mulher, de junho/98 a maio/99), com duas participações por semana.
COMENTARISTA Educação no Primeiras Notícias da Rádio CBN (AM/FM), duas inserções por semana (agosto/97 a dezembro/99).
APRESENTADOR e DEBATEDOR do programa Modernidade pela STV (Rede SescSenac), transmitido ao vivo semanalmente, em rede nacional, pela NET (Tv a cabo), com duração de 60 minutos (de maio de 1997 até abril/2004)
COLUNISTA (Outras Idéias) do caderno semanal Equilíbrio da FOLHA DE S. PAULO (maio de 2000 a julho/2004)
COLUNISTA (Panorâmica) da revista mensal EDUCAÇÃO (de outubro de 2000 até abril de 2005)
DEBATEDOR no Programa Paulo Lopes da RÁDIO GLOBO/AM (1991-2001) e RÁDIO CAPITAL/AM (2001-2008)  de São Paulo (participação de uma a duas vezes por semana, ao vivo, com 2,0 horas  de duração)
APRESENTADOR por 11 anos e um dos IDEALIZADORES da série Diálogos Impertinentes da PUCSP/FOLHA DE S. PAULO/SESC, programa mensal de 1,5 hora transmitido ao vivo em rede     nacional pelas Tvs a cabo NET e parabólicas (desde maio de 1995) e STV /Rede SescSenac  (desde fevereiro de 2001) (1995/2006) 
COMENTARISTA do Jornal da Cultura (rede nacional na TV Cultura), semanalmente de fevereiro/2011 até agosto/2013
 
Temas de Palestras:
 
QUAL É A TUA OBRA?
 
Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética
 
TÓPICOS:
 
1. Em busca de sentido: tripalium X poiesis
 
2. “Lembra-te que és mortal”
 
3. Gestão Pessoal, Gestão Vital
 
4. Liderança: vitalizar constantemente
 
5. Fundamental é chegar ao essencial
 
6. Ética: a nossa casa e a pessoa inteira
 
DA OPORTUNIDADE AO ÊXITO: Mudar é complicado? Acomodar é perecer!
 
TÓPICOS:
 
1. Vento favorável? Melhor procurar do que aguardar
 
2. Audácia não é a mesma coisa que aventura
 
3. Não se confunda “novo” com mera “novidade”
 
4. Mudar exige correr o risco do desequilíbrio momentâneo
 
5. Para além do óbvio: inovar é preciso!
 
A ARTE DE LIDERAR: Cinco Competências Essenciais
 
TÓPICOS:
 
1. Libertar a Mente
 
2. Elevar a Equipe
 
3. Recrear o Espírito
 
4. Inovar a Obra 
 
5. Empreender o Futuro
 
VIDA E CARREIRA: UM EQUILÍBRIO POSSÍVEL? (Hexavalores para uma performance harmoniosa)
 
TÓPICOS:
 
1. Equilíbrio vital (vida profissional é parte da vida e não toda ela)
2. Integridade pessoal (se me divido, vem sofrimento; se me reparto, vem harmonia)
3. Generosidade mental (ensinar o que se sabe robustece a competência)
4. Honestidade moral (coerência exemplar é praticar o que se ensina)
5. Humildade intelectual (perguntar o que se ignora é sinal de inteligência progressiva)
6. Persistência focal  (resultado é construção planejada e não pura espera)
 
Responsabilidade Social é coisa séria!
 
TÓPICOS: 
 
1. A necessária distinção entre a positiva ambição e a deletéria ganância
 
2. Responsabilidade Corporativa: para além da cosmética...
 
3. Consolidar futuro: crescer COM as comunidades (nem apesar e nem contra)
 
4. Inteligência estratégica: sustentabilidade coletiva e elevação social
 
A EMERGÊNCIA DE MÚLTIPLOS PARADIGMAS: novos tempos, novas atitudes
 
TÓPICOS
 
1. Momentos graves? Momentos grávidos...
“Avalia-se a inteligência de um indivíduo pela quantidade de incertezas que ele é capaz de suportar“. (E. Kant)
 
2. A cautela imobilizadora
“Na véspera de não partir nunca, ao menos não há que arrumar malas”. (Fernando Pessoa)
 
3. A competência contra o ímpeto inconsequente
“Deus é contra quem faz a guerra, mas fica do lado de quem atira bem“. (Voltaire)
 
4. A tensão entre flexibilidade, persistência e rigidez
“Os homens são como tapetes; às vezes precisam ser   sacudidos“. (provérbio árabe)
5. A esperança não pode ficar em apuros
“A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo“. (A. Schweitzer)
 
CENÁRIOS TURBULENTOS, MUDANÇAS VELOZES: NEGAÇÃO, PROTEÇÃO OU SUPERAÇÃO?
 
“O real não está nem na saída nem na chegada; ele se dispõe pra gente é no meio da travessia”
(Guimarães Rosa)
 
SUMÁRIO
 
1. Mudanças no Mundo dos Negócios: tragédia ou drama?
2. Competência: condição coletiva e temporal
3. Organizações: de qualificadas a qualificantes
4. A gestão do estoque de conhecimento: sinal de inteligência estratégica
5. A atitude propositiva e não simplesmente reativa
 
Gestão do Conhecimento: um desafio necessário
 
Sumário
 
1. Não nascemos sabendo! Ainda bem... 
Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo! Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar. Aqueles ou aquelas entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se  enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída.
 
2. Educação, conhecimento e competência coletiva
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca à serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e, aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos  mais apta e fortalecida. Competência é, nos tempos atuais, uma condição coletiva. Até algum tempo atrás, a competência era entendida como algo individual, a tal ponto que se falava que “a minha competência acaba quando começa a do outro”. Agora, tendo em vista a interdependência existente, por exemplo, no Mundo do Trabalho, é preciso pensar que “a minha competência acaba quando acaba a do outro”; em outras palavras, em um grupo, equipe ou organização, se alguém perde ou diminui a sua competência, todos no grupo a perdem ou diminuem. O desenvolvimento da competência coletiva é, hoje, o fator diferencial que expressa a inteligência das pessoas e dos grupos.
 
3. Conhecimento, flexibilidade e comprometimento
Flexibilidade é diferente de volubilidade. Ser flexível significa ser capaz de, sem alterar seus princípios e valores básicos, enxergar e viver a realidade de outros modos; por sua vez,  ser volúvel é mudar de posição ou opinião sem apoiar-se em convicções e simplesmente deixar-se levar pelas circunstâncias imediatas. A flexibilidade se caracteriza pela capacidade de romper algumas amarras e preconceitos que tornam alguém refém de uma condição que, parecendo segura e confortável, pode ser indicadora de indigência e fragilidade intelectual. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como pára-quedas; funciona melhor aberta”...Quem não estiver aberto a mudanças e descomprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. 
 
 
CENÁRIOS DE ANTROPODIVERSIDADE:          há muitos modos de ser humano...
 
CONTEÚDOS
 
 
1. O Arcaico demolido, a Tradição preservada e o Futuro desatado!
 
2. A construção da permeabilidade interpessoal: o abalo dos fundamentos das certezas cristalizadas e das presunções aleatórias
 
3. Respeito sincero: o afastamento do risco da hipocrisia e da sedução cínica
 
4. A antropodiversidade e a visão de alteridade: flexibilidade sólida, convivência honesta e lealdade transparente
 
 
ÉTICA, INDIVÍDUO, SOCIEDADE E EMPRESA
 
OBJETIVOS
 
Refletir sobre a presença dos valores na organização do trabalho nas sociedades;
 
Discutir sobre a dimensão ética da prática profissional, em sua articulação com a téc¬nica e a política;
 
Contribuir para uma ampliação da consciência dos profissionais no que diz respeito à sua atuação no contexto da empresa e da sociedade.
 
 
CONTEÚDOS
 
A distinção entre Ética e Moral
 
Os equívocos resultantes da identificação entre Natural, Normal e Comum
 
Alguns traços portadores de risco ético na  relação Indivíduo /Instituição/ Sociedade
. Cinismo
. Narcisismo
. Violência
. Delinquência
 
A necessidade de mudanças
 
IMPACTO DOS VALORES E PRECONCEITOS  NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS ( flexibilidade, múltipla capacidade e convivência )
 
OBJETIVOS
 
Propiciar uma reflexão mais abrangente que possibilite uma compreensão crítica dos múltiplos fenômenos que envolvem, orientam e delimitam a ação humana e suas consequências;
 
Possibilitar uma análise crítica que abale os fundamentos de certezas cristalizadas, não como forma de desqualificá-las, mas para a diminuição de presunções aleatórias e geradoras de preconceitos.
 
CONTEÚDOS
 
Humanidade e Valores
 
Mutabilidade de Valores e Preconceitos
 
A visão de alteridade como princípio de convivência
 
PODER E COMPETÊNCIA: DRAMAS, TRAMAS E TRAUMAS (a destruição do arcaico paradigma) 
 
1. Poder e Conflito: conexão inerente e necessária?
 
# Poder é mando, influência e domínio sobre pessoas; pode ser legitimo   (sustentado pela capacidade) ou hierárquico (sustentado pela força) e, em ambos, o conflito desponta. No entanto, quando o poder é legítimo, o conflito é encontro criador; quando o poder é apenas hierárquico, o conflito é colisão e antagonismo desagregador.
 
2. Heteronomia e Autonomia: a delegação como princípio
 
# Heteronomia é a submissão a objetivos, regras e instruções externos e estranhos à pessoa com eles confrontada; por isso, é uma condição pouco produtiva e carece sempre de controle exagerado. A Autonomia, por sua vez, é  uma emancipação  resultante da apropriação (tornar próprio) das intenções e, nela, a delegação de tarefas e decisões apoia-se na reciprocidade de valores. 
 
3. Autoridade: uma construção para além da outorga
 
# Autoridade é a faculdade de exercer um poder por intermédio de outorga própria ou exterior; o reconhecimento verdadeiro da autoridade de alguém origina-se fora da mera investidura recebida no cargo e consolida-se pelo respeito que se constrói no cotidiano. Entretanto, a autoridade não reconhecida firma-se no temor despótico, arbitrário e impositivo,  gerador de instabilidade perniciosa.
 
4. Poder e Competência na atividade de gestão
 
O Poder é vigoroso quando dá sentido grupal às ações individuais e quando consegue agregar capacidades dispersas; ninguém é competente isoladamente dado que, se o for, essa competência se anula. Competência é um exercício coletivo a ser desenvolvido no cotidiano; em um grupo com tarefas comuns, a “minha“ competência não começa quando acaba a do  outro“  pois o “outro“ é parte da  “minha“ competência e vice-versa. 
 
 
 
 
 
 

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